“Afinal, quem será o candidato do PSD?”, por Gabriel Pandini
Embora as eleições presidenciais brasileiras já tenham os dois principais candidatos mais que definidos, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) disputando voto a voto, outros nomes devem colocar seus nomes à prova em outubro. Embora com pouquíssimas chances, são nomes importantes, que podem definir apoios cruciais em um segundo turno.
E é nesse cenário que uma pergunta permanece sem resposta: quem será o candidato do PSD ao Planalto? Os governadores Ronaldo Caiado (GO), Ratinho Júnior (PR) e Eduardo Leite (RS) disputam a indicação, e a querela, embora com resolução marcada para 31 de março pelo presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, pode se estender (e muito).
Isto porque a candidatura do PSD deve ser a principal representante da terceira-via no pleito de outubro. Enquanto Romeu Zema (NOVO) tenta consolidar sua candidatura mesmo com os esforços do PL para fazê-lo vice de Flávio e Renan Santos (MISSÃO) luta para superar o desconhecimento de grande parte do eleitorado, o PSD tem à disposição três nomes experientes, consolidados e bem-avaliados pelos eleitorados de seus estados.
A definição da candidatura parece passar pelo cenário das duas candidaturas principais: caso as pesquisas demonstrem uma tendência pró-Lula, o PSD pode preferir Eduardo Leite, que tende a fazer críticas tanto a Lula quanto a Flávio Bolsonaro, para no segundo turno apoiar a campanha à reeleição do petista, falando em “evitar um mal maior”, movimento parecido ao de Simone Tebet em 2022. Por outro lado, caso o cenário seja mais favorável a Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado deve se sobressair: mais afeito a pautas conservadoras, o goiano tende a aderir sem dificuldades à campanha de Flávio no segundo turno. Dos três, Ratinho aparenta ser, no momento, o pré-candidato com menos chances. Pesquisas mostram o paranaense com mais de 65% das intenções de voto para o Senado no Paraná. Além disso, é um pouco mais dúbio na hora de tomar um lado na polarização (muito embora seja um quadro de direita).
Independentemente de quem seja o candidato eleito, fato é que Gilberto Kassab conseguirá espaço para o PSD no governo federal. Com Dilma, Temer, Bolsonaro e Lula, o pessedista conseguiu emplacar posições de destaque, e custa a crer que seria diferente agora.
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